19/04/2011
17/04/2011
Olhar...o meu!...
Escrevo, não pinto!
O que me sai do olhar, são palavras, são rimas, são cores.
Nem sempre tenho as cores do arco íris, é verdade, mas tenho a linha do universo no meu olhar, e as minhas asas de saber voar.
Que se afogue o poeta e se salve…
Aqui…onde os sinos tocam, na hora de sonhar.
Aqui, não há tempo, nem regras, nem mesmo ordens para cumprir…
Aqui há um vazio cheio de mim que corre como o rio, com margens pintadas de emoção.
Aqui há um sol que me visita, uma onda que me agita, e por que vezes me pinta, outras me desenha, outras ainda e muitas, muitas!!! Me imagina…são as palavras arrumadas, onde guardo e assino o meu nome…
O que me sai do olhar, são palavras, são rimas, são cores.
Nem sempre tenho as cores do arco íris, é verdade, mas tenho a linha do universo no meu olhar, e as minhas asas de saber voar.
Que se afogue o poeta e se salve…
Aqui…onde os sinos tocam, na hora de sonhar.
Aqui, não há tempo, nem regras, nem mesmo ordens para cumprir…
Aqui há um vazio cheio de mim que corre como o rio, com margens pintadas de emoção.
Aqui há um sol que me visita, uma onda que me agita, e por que vezes me pinta, outras me desenha, outras ainda e muitas, muitas!!! Me imagina…são as palavras arrumadas, onde guardo e assino o meu nome…
Borboleta com asas
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